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Sistema de Gestão Colegiada

O SUS traz a democratização como um de seus eixos principais, com a descentralização do poder para os municípios, implementação de conselhos gestores tripartites (trabalhadores de saúde, gestores e usuários) e paritários entre prestadores e a população.

Os hospitais, historicamente se organizaram a partir das profissões e não por objetivos comuns de trabalho. Com isso, não se tem garantido a complementaridade dos saberes, a solidariedade assistencial e nem ações eficazes no sentido da integralidade das ações. Como alternativa, colocamos em prática um sistema de gestão colegiada que:

 

Consideramos que os serviços de saúde têm três objetivos básicos:

 

A gestão participativa reconhece que não há combinação ideal pré-fixada destes distintos interesses. Portanto, é no exercício da co-gestão que se irão construindo contratos e compromissos entre todos os envolvidos com o Sistema de Gestão.

O Modelo de Gestão é centrado no trabalho em equipe e na construção coletiva (planeja quem executa). Os colegiados garantem o compartilhamento do poder, a co-análise, a co-decisão e a co-avaliação. A direção do Hospital tem diretrizes, pedidos que são apresentados para os colegiados como propostas/ofertas que devem ser analisadas, reconstruídas e pactuadas. Os usuários/familiares e as equipes também têm pedidos e propostas que serão apreciadas e acordadas. Os colegiados são espaços coletivos deliberativos, tomam decisões no seu âmbito de governo em conformidade com as diretrizes e contratos definidos.

Os três níveis de decisão:

 

Os colegiados e o Conselho são espaços democráticos de governo, produtores de compromissos, onde se dá, de forma participativa e ascendente, a pactuação de prioridades de investimentos, de diretrizes, dos objetivos e metas, dos projetos de trabalho, assim como do sistema de avaliação e prestação de contas.

Há duas instâncias executivas